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Ferramentas bacanas para detectar plágio

Boas dicas para descobrir se você está sendo “kibado” na internet. Já uso alguns destes sites para pegar aluos em flagrante delito…

Jornalista que não gosta de notícia

Pesquisa do grupo norte-americano Arketi sobre os hábitos on-line de jornalistas aponta que 98% dos coleguinhas usam a rede para ler notícias. Até aí, óbvio.

O que eu queria saber de verdade é se os 2% que não fazem isso se consideram mesmo jornalistas.

Infelizmente, a profissão anda muito ruim porque bastante gente recém ingressada na profissão simplesmente não gosta de jornalismo, mas de um assunto específico tratado por ele.

No esporte, isso é bem frequente: a turma gosta de futebol, não de notícia.

Aí não dá, né galera?

Como era a internet em 1996?

Você consegue imaginar?

O Mashable postou um infográfico vintage comparativo entre a rede naquele ano e hoje, mostrando bem a evolução.

De novo, a importância da curadoria de conteúdo

De Arianna Huffington, em entrevista ao Globo, sobre a importância do conteúdo jornalístico num mundo cada vez mais voltado para as redes sociais e seus “jornais pessoais”.

“Com o tempo, as pessoas reduzem a quantidade de sites que elas frequentam com alguma regularidade. Nos Estados Unidos, não são mais que 20 sites. Então, as pessoas querem o que eu chamo de curadoria, ou seja, querem um conteúdo editado, selecionado. O aspecto social é tão importante quanto a edição à medida que as pessoas vão se acostumando ao ambiente da internet.”

É isso: a massa de mídias e o overload informativo só aumentarão a importância do trabalho jornalístico profissional.

Internet, o meio que mais cresce

A internet é o meio que mais viu crescer o faturamento publicitário no primeiro semestre deste ano, alcançando 5,5% de todas as receitas da mídia na rubrica.

Mídia exterior e TV por assinatura aparecem logo depois.

A internet é antidemocrática

O texto “A internet não é tão democrática“, que Renato Janine Ribeiro publicou no Valor, é mais uma constatação de que, na web, as pessoas buscam a concordância, jamais o contraditório.

Mestre Castells vem dizendo isso há algum tempo e, em definitivo, é o que explica a intolerância diante da opinião contrária.

Uma pena, mas a rede jamais será um espaço democrático. Sociologia e filosofia explicam o porquê.

O estado da internet, em infográfico animado


Muito bom o gráfico animado com o estado da internet global em quatro aspectos (censura, redes sociais, qualidade e conexões).

Jornalismo on-line e bom-senso

Mario Tascón (o nome por trás do 233 Grados) é uma das boas cabeças que está pensando o jornalismo na era do avanço tecnológico.

Nesta entrevista, ele fala coisas importantes, como nossa estranha mania de não usar o senso comum ao escrever na web.

O servente que virou fotógrafo

Ex-servente de uma academia e ex-lavador de carros, Bruno Itan, 22 anos, se notabilizou fazendo imagens como a acima. O rapaz acompanhou as intervenções (urbanas, sociais e policiais) no Complexo do Alemão, expôs seu trabalho na web e, agora, virou fotógrafo _com direito a exposição e tudo.

Bem por isso eu insisto muito na tecla de que a tecnologia tem, como poucas coisas, esse viés democrático. Se o seu trabalho é bom, e sabendo usar a rede para mostrá-lo, ele será reconhecido.

Muito diferente do tempo em que a sola de sapato era gasta não no trabalho em si, mas em busca de abertura de portas.

Releasemania

Quando escreveu “Releasemania”, em 1985, Gerson Moreira Lima não tinha a menor ideia de onde iríamos parar.

Se há 26 anos algo acontecia que o motivou a escrever um livro, hoje, provavelmente, ele formularia uma enciclopédia em 20 volumes.

O release tomou proporções assustadoras. Assola as redações em formato de vídeo, áudio, texto e infografia, e o fará por meios que ainda virão a existir.

Redações com menos recursos ou que precisam cumprir a premência do “volume” (aqui, falo claramente do jornalismo on-line) são presas fáceis.

Os ganchos jornalísticos agora são criados com objetivos comerciais e, pior, o acesso a protagonistas de notícias verdadeiras fica sob a égide de alguém com interesses promocionais.

Gerson, que é meu par (edita esportes em A Tribuna, de Santos), bem que poderia lançar uma nova edição, revista e atualizada, de sua grande obra.

ATUALIZAÇÃO: Nos comentários, Gerson Moreira Lima em pessoa reforça minha sensação e diz que, sim, vivemos o auge da releasemania.