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Conheça as instalações do Linkedin

Não é só o Facebook: o Linkedin, primeiro site de rede social a abrir seu capital na bolsa de valores, também oferece videogames e jogos de mesa a seus funcionários.

Nunca é demais dizer que o Google, precursor desse ambiente lúdico, tem reduzido paulatinamente esse tipo de espaço em suas instalações globais.

(A dica é do Clases de Periodismo).

Quem disse que o Google+ é uma rede social?

O Google+ não é uma rede social. Quem garante é… o Google!

“Para nós, é uma plataforma que permite levar elementos sociais diretamente a serviços e produtos que a gente oferece”, afirmou Nikesh Arora, executivo-sênio da empresa, ao britânico Daily Telegraph.

è evidente o esforço do Google em fazer crer que não está competindo por atenção com o Facebook…

Pela primeira vez, Facebook supera Orkut em buscas no Google no Brasil

Muito interessante: o Facebook superou o Orkut, em alguns dias de outubro, como o termo de pesquisa mais comum no Google.

É a primeira vez que isso acontece _exatamente no momento em que o site de Mark Zuckerberg caminha para consolidar sua inevitável virada sobre a rede social que (ainda) só resiste no Brasil.

Após tomar a dianteira numa das métricas (o número de usuários únicos), o Facebook (atualmente com quase 31 milhões de contas de brasileiros) está a um passo de superar os 35 milhões de conterrâneos que confiaram sua vida particular ao invento do turco Orkut Büyükkökten.

Em tempo médio de uso, principal moeda de troca da web hoje, essa virada já aconteceu há muito tempo _aliás, é o dado mais extraordinário sobre o FB: a quantidade de tempo que as pessoas passam dentro dele (na verdade, já se tornou uma página que fica aberta para sempre numa de suas abas de navegação).

O dado inicial deste texto revela outra coisa interessante sobre os hábitos de navegação dos usuários brasileiros: o desconhecimento de algumas funcionalidades dos browsers, como a possibilidade de colecionar URLs frequentemente visitadas.

Mas isso é tema para outro post.

Um milhão de currículos por ano…

… recebe o Google. Veja o que acontece depois disso.

A pasteurização do mecanismo de busca

Interessante pensata do professor Carlos Castilho sobre o funcionamento do mecanismo de busca do Google que, por sua lógica, pasteuriza a informação que entrega de acordo com nossos hábitos de navegação.

Com isso, a diversidade e contraditório passam a ser entregues em doses cada vez menores.

Faz todo sentido.

Quando a internet arregou


“Se você procura informação, TV e radio têm noticiário mais atualizado. Muitos serviços noticiosos não estão disponiveis por causa da altíssima demanda. Abaixo, cópias em cache de versões de sites de notícias conforme atualizações realizadas anteriormente”.

O recado da página inicial do Google em 11 de setembro de 2011 era claro: a internet abrira o bico. A ponto de recomendar que você fosse atrás da mídia tradicional.

Haverá uma segunda vez?

O Facebook dá, o Google toma

Um pequeno recorte da realidade mostra que o Facebook não é apenas uma máquina de oportunidades para si próprio: estudo da Universidade de Maryland aponta que apenas o mercado de aplicativos para o site de Mark Zuckerberg gera cerca de 200 mil empregos diretos nos EUA.

Enquanto isso, o Google é acusado de favorecer seus produtos no fantástico mecanismo de busca que criou (e que responde por cerca de 90% das pesquisas no mundo).

 

Projeto Tor, o guardião da privacidade na internet

Apareceu uma trincheira para quem defende o anonimato na internet como resposta à vigilância que gigantes como Google e Facebook impõem a nossos passos na rede: o Projeto Tor, desenvolvido pela Marinha dos EUA e que hoje é um caminho para acessar a web que pula a etapa da validação e reconhecimento de seu IP (o RG digital) por um servidor.

Rafael Cabral contou a história em detalhes na última edição do Link, o valoroso e combativo caderno de tecnologia de O Estado de S. Paulo.

Para muitos, o anonimato na internet corresponde tecnicamente à liberdade de expressão como ela é entendida no mundo off-line.

A googlelização de tudo (mas o que podemos fazer?)

Professor da Universidade de Virginia, Siva Vaidhyanathan é autor de uma importante obra que aborda, sobre diversos aspectos, a monocultura do Google.

A Googlelização de Tudo (e porque devemos nos preocupar)” basicamente acusa a empresa de Larry Page e Sergei Brin de tecnofundamentalismo _sempre será possível apresentar uma solução técnica para um problema da humanidade.

Vaidhyanathan não é xiita e, em diversos momentos, reconhece a excelência do Google e de vários de seus produtos.

Mas alerta que os controles de privacidade da empresa, apesar de personalizáveis, constituem uma amarra quase obrigatória: o serviço de busca funciona melhor para quem cede seus dados à companhia. Isso sim é grave.

Ontem, Mariano Amartino escreveu sobre a dominação do Google e decreta: hoje é praticamente impossível construir um negócio on-line que não tenha um pilar fundamental amparado num serviço da empresa.

O passo seguinte a essa discussão toda é: e nós, podemos fazer o que?

Pelo direito a ser esquecido

Bacana isso: correm na Europa processos de gente que quer ser esquecida pelo Google, isto é, desaparecer do mapa da web até mesmo em ferramentas de busca.

É um pleito justo, mas esse combate à privacidade já perdeu batalhas em tribunais americanos algumas vezes.