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Conheça as instalações do Linkedin

Não é só o Facebook: o Linkedin, primeiro site de rede social a abrir seu capital na bolsa de valores, também oferece videogames e jogos de mesa a seus funcionários.

Nunca é demais dizer que o Google, precursor desse ambiente lúdico, tem reduzido paulatinamente esse tipo de espaço em suas instalações globais.

(A dica é do Clases de Periodismo).

Tumblr contrata jornalistas para cobrir… o Tumblr

O Tumblr está contratando jornalistas para servirem como curadores de conteúdo das mais de 42 milhões de páginas que a plataforma (um meio termo entre blog e microblog que privilegia o uso de imagens) oferece.

É um movimento que segue o que Twitter e Facebook já haviam feito.

Está na moda olhar para o próprio umbigo.

Quanto vale (e quanto valerá) o Facebook

Interessante o ponto da The Economist, que alçou a abertura de capital do Facebook a capa da edição desta semana e, numa boa análise (tirando o nariz de cera), apresentou o xis do problema.

Assim como Microsoft, nos primórdios da era da internet, e Google, agora, a publicação lembra que é inevitável que o negócio de Mark Zuckeberg seja alvo de questionamentos judiciais por conta de questões relacionadas a privacidade (o que os anunciantes do site fazem com nossos dados mesmo?)  e, especialmente, monopólio.

Com uma carteira de um bilhão de clientes, não fazer negócios com a rede social está se tornando impossível. E as autoridades antitruste americanas odeiam esse tipo de comerciante.

Assim, naturalmente a empresa sofrerá abalos (e talvez um redimensionamento forçado) a partir do momento em que ela passar a ser fustigada judicialmente como gente grande – que já é faz tempo.

Aprendendo a jogar

Responsável pelas operações do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen dá um choque de realidade em gente que, a exemplo de Carlos Nascimento, ficou indignada com o buzz provocado por Luíza, a que estava no Canadá.

“A nova mídia na verdade não determina qual a profundidade ou quais temas interessam mais para a sociedade. Novas tecnologias e plataformas digitais permitem, sim, o acesso ubíquo a um número muito maior de assuntos. Se assuntos como o intercâmbio de Luíza se tornaram relevantes, é resultado do que a sociedade se interessa em ler e compartilhar”.

Nascimento (a quem respeito muito), na verdade, está zangado porque não é mais ele quem define o que seu público vai ver, comentar e passar adiante.

As marcas estão desvalorizando as redes sociais

Quanto vale um follower ou um like? Muito mas, em várias vezes, nada.

Excelente texto de Alexis Dormandy para o The Telegraph com uma conclusão: as marcas, com sua busca por uma única métrica (a quantidade de gente associada a suas páginas) estão desvalorizando as redes sociais.

Quando notícias velhas ressuscitam – e um antídoto para isso

O relato de que as notícias mais lidas no jornalão inglês The Independent tinham mais de dez anos – fato que ocorreu outro dia e se repetiu com o El Pais, agora – exibe mais do que o poder viral do Facebook e sua nova função de compartilhar o que está lendo com seus contatos.

É fato que a maioria das pessoas simplesmente não consegue se dar conta se uma notícia é nova ou velha. Nem mesmo quando a data da publicação dos textos está lá, escancarada, consegue-se livrar da ressurreição viral de notícias que deixaram de sê-lo por conta do excesso de mofo.

Neste aspecto, o G1 (portal de notícias mais acessado do país) tem um antídoto que ajuda a prevenir essas ondas de má informação: o site não atualizou os templates de suas páginas anteriores ao atual projeto gráfico, de 2011.

Portanto, se deparar com uma notícia antiga é, antes de tudo, uma experiência visual que, no mínimo, provoca algum tipo de estranhamento (como este aqui, por exemplo).

Ótima ideia.

O Facebook precisa ser de graça?

O Facebook diz gastar anualmente US$ 1 bilhão para se manter em funcionamento.

Ao mesmo tempo, anuncia ter 800 milhões de usuários, 500 milhões deles praticantes diários.

Se apenas esses 500 milhões pagassem US$ 2 por ano ao Facebook, a manutenção do site já estaria assegurada.

Em vez disso, Mark Zuckerberg não se cansa de adaptar sua rede social aos interesses das marcas (leia-se, os anunciantes).

Muito bom insight de Rian van der Merwe pra gente começar o ano.

Novas narrativas debatidas no Facebook

A página Storytellers no Facebook reúne gente que trabalha com vídeo e está disposta a trocar experiências sobre novas (e velhas) narrativas.

Fica a dica.

O pacote de censura que os EUA preparam para a internet

A Stop Online Piracy Act (ou simplesmente Sopa) está sendo discutida no congresso americano.

Na prática, a lei pode significar que sites bastante usados por todos nós, como Facebook e Twitter, correm risco real de serem bloqueados por que algum usuário distribuiu conteúdo ilegal.

O gráfico abaixo detalha o projeto.

Pela primeira vez, Facebook supera Orkut em buscas no Google no Brasil

Muito interessante: o Facebook superou o Orkut, em alguns dias de outubro, como o termo de pesquisa mais comum no Google.

É a primeira vez que isso acontece _exatamente no momento em que o site de Mark Zuckerberg caminha para consolidar sua inevitável virada sobre a rede social que (ainda) só resiste no Brasil.

Após tomar a dianteira numa das métricas (o número de usuários únicos), o Facebook (atualmente com quase 31 milhões de contas de brasileiros) está a um passo de superar os 35 milhões de conterrâneos que confiaram sua vida particular ao invento do turco Orkut Büyükkökten.

Em tempo médio de uso, principal moeda de troca da web hoje, essa virada já aconteceu há muito tempo _aliás, é o dado mais extraordinário sobre o FB: a quantidade de tempo que as pessoas passam dentro dele (na verdade, já se tornou uma página que fica aberta para sempre numa de suas abas de navegação).

O dado inicial deste texto revela outra coisa interessante sobre os hábitos de navegação dos usuários brasileiros: o desconhecimento de algumas funcionalidades dos browsers, como a possibilidade de colecionar URLs frequentemente visitadas.

Mas isso é tema para outro post.