Rolou em Santa Maria-RS, e tem como pano de fundo a decisão do STF sobre a regulamentação da profissão de jornalista.
Eu digo que pode ser qualquer um, desde que esperto e alfabetizado.
Um diploma é uma credencial que tem de ser relativizada.
Rolou em Santa Maria-RS, e tem como pano de fundo a decisão do STF sobre a regulamentação da profissão de jornalista.
Eu digo que pode ser qualquer um, desde que esperto e alfabetizado.
Um diploma é uma credencial que tem de ser relativizada.
No dia 29 agora (neste sábado, portanto) completam-se 100 anos que dois jornalistas americanos, incentivados financeiramente pelo lendário Joseph Pulitzer, criaram a primeira escola de jornalismo do mundo, na Universidade de Missouri.
E até hoje a discussão persiste: e jornalismo lá se aprende na escola?
Para quem acha e defende que ”não” ou “em termos” (como eu _por mais paradoxal que isso possa soar), iniciativas atuais mostram que até quem não deveria está sendo instado a se sentar num banco escolar para aprender como se comporta (ou deveria se comportar) esse estranho ser chamado jornalista.
Travestidas de ação social libertária, tentam ensinar o modus operandi de repórteres e editores a cidadãos comuns interessados em práticas de jornalismo colaborativo.
Ou seja: até quem chegou (o “público antes conhecido como platéia“) para ajustar a madrasta agenda da mídia está sendo devidamente amestrado.
Mas afinal: jornalismo se aprende na escola?