Outro dia mostrei aqui a evolução do computador dos anos 40 ao iPad.
Hoje é a vez de perceber, visualmente, a trajetória da comunicação móvel de 1938 aos dias de hoje.
Outro dia mostrei aqui a evolução do computador dos anos 40 ao iPad.
Hoje é a vez de perceber, visualmente, a trajetória da comunicação móvel de 1938 aos dias de hoje.
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A célere movimentação da Igreja Católica rumo à canonização de João Paulo II, ninguém me tira da cabeça, é mais um importante reflexo do impacto do avanço tecnológico na humanidade.
Temos acesso a mais informação, e ela corre mais rápido.
Resumidamente: a imagem mais que angelical de Karol Wojtyla foi construída pela mídia, ao mesmo tempo em que fatos que supostamente confirmam seu caráter sacro circulam com mais desenvoltura.
A tecnologia facilitou até construção e consagração de divindades religiosas.
Nada mais natural que o primeiro Papa da internet seja também seu primeiro beato e, logo mais, santo.
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“O Windows 95 chega para revolucionar. Adeus à tradicional espera para acessar os programas. Você pode trabalhar na mesma tela com quatro programas de uma só vez”.
É Cesar Tralli, num Jornal Nacional de 1995, falando sobre as maravilhas da tecnologia de ponta da época.
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Um casal gay do Texas conseguiu consagrar seu casamento mesmo com a proibição da união civil de pessoas do mesmo sexo no Estado.
Como? Ele recorreu ao Skype e a um oficial a quilômetros de distância, em Washington DC, onde o casamento homossexual é permitido.
Não há, nas leis texanas, nada contra o “e-casamento”. Logo, está tudo valendo.
Outro exemplo da ausência de limites que só a tecnologia dá para a gente. Sabendo usar, não vai faltar.
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Você já ouviu falar em 4D?
Eu não, até ler isso aqui.
Claramente uma farra em cima de um rótulo.
É como, por exemplo, se referir a etapas da evolução da web usando números mais afeitos à indústria automobilística, tal qual 3.0 ou o que o valha.
Já que eu ando numa fase meio esportiva (afinal, é a editoria onde trabalhei durante 13 de meus 20 anos de profissão), engato reflexão de Alberto Dines que considerei pertinente.
O ponto que mais me interessa é, se de fato, a internet acrescentou alguma novidade à cobertura esportiva. Ele acha que não, o que é altamente discutível.
“O fato de um twiteiro mandar um pergunta lá do meio da floresta amazônica para o comentarista ou narrador tiritando de frio num estádio na África do Sul não chega a constituir um efetivo avanço jornalístico”, diz Dines.
E mais uma frase para reflexão, mas essa com um erro incluído: a maioria dos jornalistas “escravizados” ganha muito mal.
“Aquilo que a empresa jornalística brasileira chama de “desempenho multimídia” é um sistema falsamente meritocrata (na realidade escravocrata) no qual alguns ganham muito bem, em compensação são sugados até a medula dos ossos e impedidos de usufruir do sublime prazer de esmerar-se na apuração e na escrita.”
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