Arquivos da Categoria: Vídeos

Uma visita ao país em que jogo de basquete termina empatado


A revista The New Yorker nesta semana conta a interessante história da Vice Media, uma espécie de “Jackass” do jornalismo ou, se preferirem, a MTV da notícia – embora sua pretensão seja uma espécie de resgate do jornalismo gonzo que encantou a América nos anos 70.

É a turma responsável pela visita de Dennis Rodman à Coreia do Norte – que extrapolou o jogo de basquete no qual a seleção nacional conquistou um improvável empate (inexistente na regra do esporte) a 110 contra um time de estrelas americanas.

Essa controversa excursão fará parte de um especial que o canal HBO exibe ainda este mês. A Vice, como você pode checar no vídeo acima, já havia estado antes em território norte-coreano para uma visita surreal guiada pelo governo.

Recebido por gueixas em ambientes desertos preparados só para ele, o principal executivo da produtora, Shane Smith, delicia-se com o mundo paralelo e de fantasia criado pelo regime para mostrar que está tudo bem.

Segundo Shane, o objetivo da Vice é se tornar a principal rede global para o público jovem.

Parece que começou no caminho certo: os caras levam a coisa muito a sério e têm conteúdo em português, por exemplo.

O custo da guerra contra as drogas

Mais um documentário pertinente que só descobri agora: ‘The House I Live In’, que escancara o fracasso da guerra contra as drogas, governo após governo nos EUA.

Topei com uma resenha hiper-prolixa, mas que fala por mim.

Se achar a versão full do vídeo, por favor me avisa.

O portfólio de comerciais de TV da Apple

Um comercial da Apple de 1984, exibido no intervalo do Superbowl (a final do campeonato de futebol americano), é apontado como o maior de todos os tempos.

Agora um fã da marca disponibilizou o que garante ser a coleção de TODOS os comerciais da empresa. É um portfólio digno de ser preservado. São 485 peças a começar pela primeira, de 1977.

A olho nu, entre o vídeo e a foto

Simplesmente sensacional o trabalho que fotógrafa brasileira Carol Sachs exibe em seu site Naked Eye.

Num meio do caminho entre foto e vídeo, registra o cotidiano de uma maneira doce e original – e com ótima edição.

É de boas ideias que estamos precisando.

Quando Orwell se virou no túmulo

No documentário “Orwell Rolls in his Grave” (Orwell está se virando no túmulo), de 2003, o diretor Robert Kane Pappas analisa as relações entre mídia, governo e empresas – e faz uma previsão sombria para a internet, que então se consolidava como uma nova mídia.

A rede é apresentada como ‘a próxima a ser manipulada’.

Mas senta que lá vem história: são três horas de filme. Pega a pipoca aí e manda bala, por que é bem interessante.

Como se fazia linguiça em 1942

Documento histórico disponibilizado pelo British Council mostra, da reunião de pauta à impressão, como era o processo de confecção de um jornal impresso em 1942. O pior é que não mudou muita coisa desde então – e isso explica tudo.

A visão do futuro (e o presente) da Blackberry

O mês de outubro foi cheio de problemas para a Blackberry, que enfrentou apagões em escala global que prejudicaram o acesso de milhares de usuários a seus e-mails _nos Estados Unidos, alguns inclusive estão processando a empresa.

Daí você olha o vídeo abaixo, com uma visão da companhia sobre o futuro, e fica pensando como seria bacana ter aquela conectividade toda… funcionando.

 

JFK morreu


Walter Cronkite e uma transmissão caótica, o dia do assassinato de Kennedy no Texas.

Um clássico.

O design visual em debate

Ótimo documentário sobre o tema.

O futuro da TV em debate

Faz tempo que estamos tentando encontrar uma nova linguagem para o vídeo na web, mas a TV também passa por esse drama.

Abaixo, Brian Solis conversa com Jim Louderback sobre a necessidade de se construir comunidades em torno do conteúdo (é uma máxima que vale para tudo, do texto à infografia).

A imagem em movimento vive um momento que Louderback chama de “terceira revisão”. A primeira foram as grandes redes de TV, a segunda, a TV fechada. Agora, chegamos à convergência e à necessidade de interagir com o até então mero espectador.