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Como se fazia linguiça em 1942

Documento histórico disponibilizado pelo British Council mostra, da reunião de pauta à impressão, como era o processo de confecção de um jornal impresso em 1942. O pior é que não mudou muita coisa desde então – e isso explica tudo.

A visão do futuro (e o presente) da Blackberry

O mês de outubro foi cheio de problemas para a Blackberry, que enfrentou apagões em escala global que prejudicaram o acesso de milhares de usuários a seus e-mails _nos Estados Unidos, alguns inclusive estão processando a empresa.

Daí você olha o vídeo abaixo, com uma visão da companhia sobre o futuro, e fica pensando como seria bacana ter aquela conectividade toda… funcionando.

 

JFK morreu


Walter Cronkite e uma transmissão caótica, o dia do assassinato de Kennedy no Texas.

Um clássico.

O design visual em debate

Ótimo documentário sobre o tema.

O futuro da TV em debate

Faz tempo que estamos tentando encontrar uma nova linguagem para o vídeo na web, mas a TV também passa por esse drama.

Abaixo, Brian Solis conversa com Jim Louderback sobre a necessidade de se construir comunidades em torno do conteúdo (é uma máxima que vale para tudo, do texto à infografia).

A imagem em movimento vive um momento que Louderback chama de “terceira revisão”. A primeira foram as grandes redes de TV, a segunda, a TV fechada. Agora, chegamos à convergência e à necessidade de interagir com o até então mero espectador.

Transparência e objetividade no jornalismo

A transparência é a nova objetividade do jornalismo?

É o que defende Jeff Jarvis, professor da Universidade de Nova York.

Um debate bom, até porque a objetividade, a gente sabe, não existe. Toda decisão jornalística é carregada de subjetividade.

Google patrocina memorial jornalístico no YouTube

A internet abriga, desde ontem, um memorial de jornalistas que morreram “perseguindo a notícia”, como o Google descreve no canal no Youtube criado em parceria com o Newseum, o museu americano da imprensa.

O projeto já nasce consistente, com várias histórias bacanas de serem lembradas.

Jornalista bom é jornalista vivo _nessas sempre me lembro de Assis Chateaubriand brifando Joel Silveira antes da partida deste para a cobertura da Segunda Guerra (“Não me morra, seu Joel, não me morra. Repórter não é pra morrer, é pra mandar notícia”).

Hoje a guerra é aqui: o maior número de baixas na profissão ocorre fora de zonas de conflito internacional, a mando de poderosos/criminosos.

As coisas mudam.

Boas práticas de cobertura de conflitos

Só vi agora, mas vale muito: alguns exemplos de boa cobertura multimídia em zonas de desordem institucional.

Você quer trabalhar no Facebook?

Dez entre dez jovens americanos querem. No mundo, idem.

A MTV produziu uma série mostrando quem está por trás da maior invenção de Mark Zuckerberg, revelando, claro, alguns detalhes de como é trabalhar na “Rede Social”.

E, mais claro ainda, dicas para conseguir isso.

O Braimstorm9, como de hábito, viu primeiro.

O que o Google faria?

O que o Google faria, Jeff Jarvis (autor de um livro com esse nome)?

Produzir um vídeo mostrando como é sua gestão de armazenamento de dados _com pessoas comuns, vigilantes comuns e prédios comuns.

Para ganhar o possível anunciante/investidor que ainda tenha medo do on-line, um espaço que, convenhamos, é exatamente o mesmo do off-line, absolutamente incorporado ao dia a dia.

Voltando a Jarvis e seu livro: há um erro crasso no primeiro período do texto (“Parece que nenhuma empresa, executivo ou instituição realmente entendeu como sobreviver e prosperar na era da internet. A exceção é o Google”).

Um exagero acima de qualquer patamar. O livro é bem honesto, mas um começo desses depõe contra qualquer iniciativa.