Sistemas digitais que permitem às pessoas, identificadas em perfis, compartilhar informação.
É esta a definição de mídia social que a professora Mindy McAdams detalha num post bastante interessante de seu obrigatório Teaching Online Journalism.
Sistemas digitais que permitem às pessoas, identificadas em perfis, compartilhar informação.
É esta a definição de mídia social que a professora Mindy McAdams detalha num post bastante interessante de seu obrigatório Teaching Online Journalism.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag definição, mídia social, mindy mcadams, redes sociais, Teaching Online Journalism
O furor do Pinterest continua: a rede social de compartilhamento de imagens e links já está influenciando no design de publicações em linha.
Publicado em Blogando, Sobrevivência na Rede
Com a tag design, mídia social, on-line, Pinterest, rede social
Inspirado naqueles antigos quadros de cortiça onde pregávamos fotos (quem é mais novo se lembra disso, meu deus?), o Pinterest é mais uma rede social surgindo no cenário – seu número de usuários já cresceu 145% em 2012.
Aparentemente, é um ambiente mais feminino, embora não hajam números que sustentem essa percepção.
A propósito, o jornalismo já está lá (casos do New York Times e do The Guardian, para ficar apenas em dois exemplos).
E o babado forte é que um tal Mark Zuckerberg criou um perfil por lá – ainda que não se ateste que se trata do verdadeiro Mark.
Outros dados, via Mashable, estão no infográfico abaixo.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag dados, infografia, infográfico, mídia social, números, Pinterest, rede social
O Tumblr está contratando jornalistas para servirem como curadores de conteúdo das mais de 42 milhões de páginas que a plataforma (um meio termo entre blog e microblog que privilegia o uso de imagens) oferece.
É um movimento que segue o que Twitter e Facebook já haviam feito.
Está na moda olhar para o próprio umbigo.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag contratação, curadoria de conteúdo, facebook, Tumblr, twitter
Interessante o ponto da The Economist, que alçou a abertura de capital do Facebook a capa da edição desta semana e, numa boa análise (tirando o nariz de cera), apresentou o xis do problema.
Assim como Microsoft, nos primórdios da era da internet, e Google, agora, a publicação lembra que é inevitável que o negócio de Mark Zuckeberg seja alvo de questionamentos judiciais por conta de questões relacionadas a privacidade (o que os anunciantes do site fazem com nossos dados mesmo?) e, especialmente, monopólio.
Com uma carteira de um bilhão de clientes, não fazer negócios com a rede social está se tornando impossível. E as autoridades antitruste americanas odeiam esse tipo de comerciante.
Assim, naturalmente a empresa sofrerá abalos (e talvez um redimensionamento forçado) a partir do momento em que ela passar a ser fustigada judicialmente como gente grande – que já é faz tempo.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag ação, abertura de capital, facebook, IPO, Justiça, Mark Zuckerberg, mídia social, monopólio, privacidade, rede social, The Economist, Valor
Clay Shirky, uma dos analistas mais importantes da era da publicação pessoal e mobilização, agora escreve sobre a possibilidade deste 2012 (que já entra em seu segundo mês…) marcar definitivamente o momento em que os jornais impressos passarão a tratar todo o seu conteúdo como produto, e todos os seus leitores como consumidores.
Como se trata de um mercado que deixou de ser de massa, a estratégia aqui passa por políticas de recompensa de leitores fiéis – aqueles que não abrem mão do produto jornal.
Não deixe de ler.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag clay shirky, consumidor, conteúdo, jornais, jornalismo impresso, micropagamento, pensata, produto
O The New York Times divulgou a versão demo da ferramenta de publicação que está desenvolvendo para a web.
Como de hábito, o código é aberto.
E depois ainda perguntam por que o jornal está anos-luz à frente dos outros também nos assuntos on-line.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag demo, internet, jornalismo on-line, NYT, publicador, the new york times, web
Responsável pelas operações do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen dá um choque de realidade em gente que, a exemplo de Carlos Nascimento, ficou indignada com o buzz provocado por Luíza, a que estava no Canadá.
“A nova mídia na verdade não determina qual a profundidade ou quais temas interessam mais para a sociedade. Novas tecnologias e plataformas digitais permitem, sim, o acesso ubíquo a um número muito maior de assuntos. Se assuntos como o intercâmbio de Luíza se tornaram relevantes, é resultado do que a sociedade se interessa em ler e compartilhar”.
Nascimento (a quem respeito muito), na verdade, está zangado porque não é mais ele quem define o que seu público vai ver, comentar e passar adiante.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag Alexandre Hohagen, audiência, Canada, Carlos Nascimento, facebook, Luíza, novas mídias, relevância
Meios on-line não podem ignorar o que se passa na internet e afins (leia-se aplicativos móveis). É seu habitat.
Por mais que eu ache que estamos cedendo fácil demais à webceleb da vez, é uma obrigação de quem cobre o mundo pendurado num aplicativo ou na rede explicar aos frequentadores de seus ambientes o que se passa ao redor.
O episódio Luíza dá outro indício de que inevitavelmente nos colocamos em nossa nova (ainda?) posição: somos reféns de quem, por séculos, foi escravizado por nós.
O controle não é da mídia, é do consumidor.
A ponto de mestre Carlos Nascimento, que entende do riscado, esbravejar.
Não definimos mais o que nosso público acha relevante. Ao contrário, temos de nos dobrar às irrelevâncias (em nossa visão) que o público nos força a discorrer.
Vada a bordo, cazzo.
Publicado em Blogando, Sobrevivência na Rede
Com a tag Canada, controle, Julia Ribeiro, Luíza, meme, Público, viral
Jornalismo sem fins lucrativos e financiado pelo público são expressões que há algum tempo não figuram aqui no Webmanario.
Pois agora chega a notícia de que o Texas Tribune já levantou US$ 11 milhões (com seu público e entidades) desde o começo de 2010 para manter no ar a operação on-line.
O projeto esperava atingir esse objetivo apenas em 2013. “É um modelo sustentável”, diz o editor, Evan Smith.
O site está prestes a sair do vermelho, e esta é realmente a maior notícia.