Arquivo do mês: dezembro 2011

Comunicação, Linguagem e Inovações Midiáticas

O livro “Comunicação, Linguagem e Inovações Midiáticas”, organizado por Adriano Gomes e José Zilmar, já está disponível para download.

O e-book é da lavra da Base de Pesquisa Comunicação, Cultura e Mídia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

A abordagem vai do denso ao pop _há até artigo sobre o Big Brother Brasil.

A conferir.

Novas narrativas debatidas no Facebook

A página Storytellers no Facebook reúne gente que trabalha com vídeo e está disposta a trocar experiências sobre novas (e velhas) narrativas.

Fica a dica.

Assinantes dão mais dinheiro ao Financial Times do que anunciantes

O conteúdo econômico, aquele que ninguém está disposto a compartilhar, deu mais um salto na escala que marca o quanto é possível fazer dinheiro com material fechado a assinantes _notadamente em plataformas em tempo real.

O “Financial Times” anunciou nesta semana que prevê, pela primeira vez, ter mais receitas com o dinheiro de seus usuários do que com publicidade.

Hoje, a carteira de cerca de 1,5 milhão de assinantes do conteúdo on-line do FT já responde por 30% de todo o bolo do faturamento do site.

Resta agora entender a especificidade do número _e do conteúdo, claro.

Informação generalista ainda é aquela dura de vender num universo de tanta oferta.

E, por favorf, não use a equivocada comparação com o modelo iTunes. Na nossa barraca não costuma ter coisas tão atrativas assim.

O corporativismo e o diploma de jornalismo

Escreve Hélio Schwartsman, na Folha de S.Paulo (e reproduzo por assinar embaixo).

“Foi só o STF declarar a inconstitucionalidade da exigência de diploma de jornalista para o exercício da profissão que políticos de todos os naipes se articularam para reintroduzi-la, dessa vez via emenda constitucional. Se a proposta que tramita no Senado for em frente, o mais provável é que volte a ser analisada pela corte, com boa chance de ser derrubada outra vez.

A insistência com que se volta ao tema, porém, é reveladora de um dos grandes problemas do Brasil: assombrados por um espírito levemente fascista, não nos vemos como cidadãos de uma República, mas como representantes de uma determinada categoria profissional ou segmento social que seria detentor de “direitos naturais”. Nesse esquema, a ação política consiste em inscrever em lei as reivindicações oriundas desses “direitos” e esperar que o Estado as implemente. Viramos o país das corporações.

A dificuldade é que, como todo mundo faz o mesmo, o arcabouço legislativo se torna uma barafunda de reivindicações sindicais promovidas a norma geral. Elas são tantas que fatalmente se chocam. É nesse contexto que se inscrevem as guerras entre médicos e enfermeiros em torno das casas de parto ou entre psiquiatras e psicólogos pelo direito de diagnosticar. Pior para os pacientes e para a sociedade.

Para provar que não exagero, uma rápida consulta às bases de dados do Congresso revela dezenas de projetos de regulamentação de ofícios.

Apesar de a Constituição afirmar que a regra geral é a do livre exercício de profissões, legisladores buscam regular (e, portanto, restringir) as carreiras de modelo de passarela, filósofo, detetive, babá, escritor, cerimonialista, depilador etc. Já resvalando no reino da fantasia, busca-se também disciplinar a ocupação de astrólogo e terapeuta naturista.

Pergunto-me como nossos parlamentares puderam esquecer de Papai Noel e das indispensáveis fadas.”

SMS, esse incompreendido

Por não estar em rede, muitas vezes minimizamos o papel importante que o SMS (o bom e velho torpedo de celular) desempenhou para turbinar a comunicação pessoal. Basta dizer que ele é o inspirador do Twitter, um site que acabou sendo revolucionário.

No infográfico abaixo, alguns grandes momentos da plataforma móvel.

Redes sociais passam por teste de usabilidade

O Mashable submeteu 12 redes sociais a um teste de usabilidade para descobrir “o caminho do olho”, ou seja, de que forma captamos visualmente as informações dispostas em nossa tela.

Em boa medida, prevalece o padrão F detectado por Jakob Nielsen no final da década de 90, mas não deixa de ser interessante observar as diferenças de impacto visual entre um site e outro.

Driblar a usabilidade pode ser catastrófico do ponto de vista comunicativo (e de audiência), mas há uma margem de manobra em que alguns ajustes são muito benvindos.

Volto já

Ainda em processo de recuperação.

Hoje é dia de Corinthians

Este blog está em recesso e espera voltar, de bom humor, o quanto antes.

Editor & Publisher escolhe os melhores do ano

A Editor & Publisher divulgou seu prêmio dos melhores do ano no jornalismo on-line (sempre separados em três categorias _mais de um milhão de usuários único, até 250 mil usuários únicos e abaixo disso).

Dez aplicativos bacanas para tablets

Uma lista bem digna elaborada pelo Journalistics.