Arquivo do mês: julho 2011

Acharam o ‘duelo de opostos’ da publicidade

Parece que finalmente descobriram, na publicidade, o correspondente do “duelo de opostos” no jornalismo esportivo: o slogan “você conhece, você confia”.

Virou uma divertida página no Tumblr.

Gostar de escrever basta?

Gostar de escrever é suficiente para querer ser jornalista?

É o que discute Gary Moskowitz neste interessante artigo.

A conclusão, minha e dele, é que não basta gostar, é preciso saber.

Ainda que, no caso do jornalismo on-line, o texto não seja exatamente uma prioridade para quem pretende explorar o potencial das novas narrativas (como Moskowitz explica no artigo).

Jornalismo on-line e bom-senso

Mario Tascón (o nome por trás do 233 Grados) é uma das boas cabeças que está pensando o jornalismo na era do avanço tecnológico.

Nesta entrevista, ele fala coisas importantes, como nossa estranha mania de não usar o senso comum ao escrever na web.

No ar, a revista Comunicação e Sociedade

A revista Comunicação e Sociedade, editada pela turmada Faculdade de Comunicação da Universidade Metodista, também trata da questão das assessorias de imprensa (?) em seu número mais recente.

Também achei bacana o artigo O Indivíduo Ético na Sociedade do Espetáculo, de Rosana Cordova Guimarães, Aida Maria Lovison e Larissa Brandelli Bucco.

Boa leitura.

O servente que virou fotógrafo

Ex-servente de uma academia e ex-lavador de carros, Bruno Itan, 22 anos, se notabilizou fazendo imagens como a acima. O rapaz acompanhou as intervenções (urbanas, sociais e policiais) no Complexo do Alemão, expôs seu trabalho na web e, agora, virou fotógrafo _com direito a exposição e tudo.

Bem por isso eu insisto muito na tecla de que a tecnologia tem, como poucas coisas, esse viés democrático. Se o seu trabalho é bom, e sabendo usar a rede para mostrá-lo, ele será reconhecido.

Muito diferente do tempo em que a sola de sapato era gasta não no trabalho em si, mas em busca de abertura de portas.

Google+, um museu de grandes novidades

Ninguém me tira da cabeça que o Google+ é a ressurreição do Google Wave, que aliás não deu certo.

É muito difícil concorrer com o Facebook. E a grande pergunta: é necessário?

Não seria mais lógico pensar em produtos que possam ser utilizados em associação uns com os outros, do que meramente em cópias?

ATUALIZAÇÃO: Hoje, em O Globo, Pedro Doria analisa o tema com mais profundidade.

Fotojornalismo e a plataforma on-line na Líbero

Mais um número da Líbero, a revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero, está no ar.

Com coisas bacanas como La contribución del fotoperiodismo al desarrollo de los medios online, de Rosa Franquet i Calvet e María Isabel Villa Montoya, entre outras.

Oferta de emprego II, a lama continua

Lembram da oferta de emprego a R$ 20 por texto?

Pois é, um amigo do blog achou outra ainda menor, de R$ 5…

Depois do fundo do poço vem o que?

Releasemania II, o ataque aos infográficos

Caiu do céu uma suíte para a discussão sobre “Releasemania”, que tivemos ontem: agora, as relações públicas (que alguns insistem em chamar de assessoria de imprensa) descobriram a infografia.

Já tem até quem mostre a maneira mais fácil de expor a sua mensagem usando pra isso a linguagem visual…