A “rede para relacionamentos profissionais” assusta qualquer incauto acostumado às funcionalidades do Facebook (e mesmo do Orkut, por que não).
Mesmo assim, já coleciona 3 milhões de usuários no Brasil _no mundo, a conta chega a 100 milhões, de acordo com dados revelados recentemente pela companhia.
Tão difícil de usar e preencher o interminável cadastro do LinkedIn é entender a aura de bom negócio que o cerca. Fundada em 2002 por Reid Hoffman, a empresa vai abrir seu capital em 2011 com a perspectiva de captar R$ 285 milhões.
O site, que fechou no vermelho em R$ 6,5 milhões em 2009, previu na papelada entregue à bolsa americana (pré-requisito para o lançamento das ações) que não espera lucro neste ano.
Hoffman, um dos empresários que financiaram Mark Zuckerberg no início do Facebook (é seu sócio minoritário até hoje), tem acrescentado novidades no LinkedIn.
Como uma área universitária, coincidentemente o pontapé inicial de Zuckerberg, e um feed personalizado de notícias recomendadas por contatos.
Agora, corre atrás de agências governamentais e ONGs para ampliar a carteira de anunciantes.
A interface nada amigável, porém, persiste.
Afinal, qual é o problema do LinkedIn?