O Sala de Prensa sabe bem como complementar seu conteúdo na web. Em formato de revista vai ao ar todo mês. E só.
No microblog (leia-se Twitter), porém, atualiza suas infos o tempo todo.
Exemplo de uso correto das ferramentas da web.
O Sala de Prensa sabe bem como complementar seu conteúdo na web. Em formato de revista vai ao ar todo mês. E só.
No microblog (leia-se Twitter), porém, atualiza suas infos o tempo todo.
Exemplo de uso correto das ferramentas da web.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag complementar, complementaridade, ferramenta, microblog, Sala de Prensa, twitter
Bem legal: conhecer o passado para entender o futuro do jornalismo, como mostra o El Pais.
Lembrei do Estadão e de seus gráficos históricos, que foram motivo de comentário por aqui em 2009.
Publicado em jornalismo visual
Com a tag El Pais, história, infografia, infográfico, jornalismo visual, origem
Você bem sabe que conheço pouco sobre publicidade _mais como consumidor, embora no jornalismo muitas vezes adotemos conceitos que nos permitam ampliar público e adesão ao nosso trabalho.
Percebi que na nova leva de comerciais televisivos do Bradesco os atores dos filmes imitam seus pares a serviço do Itaú, que há muito já desenhavam imaginariamente, com as mãos, a logomarca da instituição.
Como se fosse grande coisa, aliás.
Como consumidor, acho a cópia patética. Fosse resposável por contratar isso no Bradesco, já teria rompido o contrato com a agência.
Mas eu pouco entendo sobre publicidade, lembre.
Publicado em Blogando
Com a tag Bradesco, cópia, comercial, consumidor, Itaú, plágio, propaganda, publicidade
O imediatismo faz com que o jornalista não tenha tempo para fazer jornalismo. Basicamente é essa a mensagem da correspondente internacional espanhola Monica Prieto. Não precisa nem dizer mais nada.
Não dá para brigar contra a premência do on-line. Mas os veículos que fazem jornalismo em papel (e que ali sustentam sua credibilidade) deveriam pensar melhor antes de entrar no lamaçal.
Publicado em Blogando
Com a tag credibilidade, imediatismo, jornalismo on-line, Monica Prieto
Eu ainda acho que é vilanização antes da hora (e sem provas), mas o documentário “O Mundo Segundo a Monsanto” é um dos melhores e mais bem amarrados que já vi.
Obra da francesa Marie-Monique Robin, cuja intenção é alertar o mundo sobre os perigos dos transgênicos _apelando algumas vezes a desonestidades clássicas do jornalismo, como mostrar só um lado da moeda.
Pessoalmente, eu acho que esse tipo de modificação genética ainda vai salvar a humanidade de passar fome, protegendo alimentos de pragas e ampliando a capacidade de plantio em regiões menos favorecidas.
Mas isso nem eu nem você estaremos no planeta para conferir.
Publicado em Vídeos
Com a tag documentário, grãos, Marie-Monique Robin, modificados, Monsanto, The World According To Monsanto, transgênicos
Amy Gahran (ou “a dama da persuação”, como é chamada na academia) faz um post bacanudo tentando descrever o que são e o que deveriam ser aplicativos para dispositivos móveis _para onde, afinal de contas, está migrando o conteúdo (e o emprego) jornalístico.
Claro, ela fala do cenário americano, mas mesmo assim surge com dados que, eu pelo menos, não estava por dentro.
Exemplo: desenvolver um aplicativo para iPhone ou que rode em Android (sistema operacional de quase todo o resto dos smartphones) significa alcançar apenas 12% do mercado nos EUA.
Mais: os “feature phones”, ou tudo aquilo que não é smartphone (o popular celuca sem teclado qwerty, por exemplo), está nas mãos de 76% dos usuários de móveis nos Estados Unidos.
A conclusão, clara: se lá o mundo dos aplicativos ainda está longe de explorar seu potencial máximo, imagina aqui.
É um campo gigantesco e promissor para a expansão do jornalismo para lá da fronteira da web.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag Amy Gahran, Android, celuca, feature phones, iPhone, qwerty, smartphone, teclado
Estou tomando chuva em algum ponto do litoral brasileiro. Em algum momento deste Carnaval eu volto, juro.
O veterano jornalista Alan Mutter (que se autointitula newsosaur _na minha tradução, “noticiossauro”) faz uma observação interessante: em 1995, a Society of News Design destacava 12 jornais americanos entre os melhor diagramados e com visual eficiente no mundo. Em 2010, não havia mais nenhum.
Mais: desde 2000, só três publicações impressas norte-americanas ganharam o prêmio principal da entidade que reconhece a excelência no design de notícias e no jornalismo visual _porque não dizer, também na usabilidade, que não é um conceito restrito a produtos on-line (facilitar a tarefa do leitor é um problema de todos nós, em rede ou off-line).
E daí? E daí que “um bom design é mais do que um simples doce para o leitor”, diz Mutter. Ele aponta essa crise (mais uma) na indústria do impresso como outro motivo para o declínio alarmante das circulações no hemisfério Norte.
O bom design é bom para o leitor e para os negócios, finaliza Mutter, que posta uma interessante palestra do designer Jacek Utko, um dos paladinos da ideia de que arquitetura da informação e desenho de notícias podem, efetivamente, colaborar com a modernização (e perpetuação) do produto impresso.
Em tempo: Mutter é o autor da “regra dos 30%”, uma das constatações mais interessantes sobre papel e on-line e que relaciona o declínio das circulações ao momento em que o acesso à banda larga residencial chega a 30% da população de um país. Não foi desmentida até agora, com exceção do Japão, que é exceção para tudo.
ATUALIZAÇÃO: O caso Vasp está a cargo da 1ª Vara de Falências de SP, que fica no Fórum João Mendes, na Liberdade. Informações sobre a data dos leilões devem ser buscadas no Tribunal de Justiça de SP.
Por ora, os aviões da empresa estão sendo paulatinamento desmontados.
Reportagem desta quinta (9/9/2011) exibida pelo Jornal Nacional confirmou que memorabilia da empresa (como caixas pretas e uniformes da tripulação) serão mesmo leiloados.
ATUALIZAÇÃO: Começa o desmonte dos aviões da Vasp em Congonhas, com vídeo da Globo News.
Incrível, mas um dos posts mais acessados da história do Webmanario não tratava exatamente de novas mídias: minha visita à Feira da Aviação Civil realizada no ano passado, em São Paulo, quando tive a oportunidade de ver de perto, pela primeira vez, o sucateamento de parte da frota da Vasp, a ex-estatal aérea paulista que parou de voar em 2005 deixando uma imensa massa falida e, principalmente, milhares de trabalhadores sem receber o que tinham direito.
Uma pergunta um bocado curiosa, mas que se tornou comum na caixa de comentários daquele texto, era se existia a possibilidade de comprar um daqueles aviões.
Pois bem, por decisão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), dentro de pouco mais de 20 dias ocorrerá o primeiro leilão (de um Boeing 737-200) para dar sequência ao plano do governo brasileiro de liberar espaços ocupados indevidamente em aeroportos nacionais. Outros 80 mil objetos de valor histórico (maquetes e uniformes de pilotos e aeromoças, por exemplo) também serão leiloados.
Fato é que este blog acabou se tornando um pouco o espaço dos amantes da aviação e saudosistas da Vasp (fiz algumas viagens memoráveis pela empresa, como a minha primeira vez na Europa, por exemplo). Em respeito a essas pessoas, manterei o assunto por aqui sempre que houver novidades, como agora.
O texto abaixo é de Gilson Euzébio, da Agência CNJ. Assim que a data do leilão for marcada oficialmente, eu conto pra vocês!
“Um Boeing 737-200, pertencente à massa falida da Vasp, será o primeiro avião a ser leiloado dentro do programa Espaço Livre, implantado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com a Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Ministério da Defesa, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A data do leilão será fixada ainda nesta semana em reunião com o juiz da 1ª Vara de Falências de São Paulo, informou Marlos Melek, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça.
A decisão de iniciar a venda dos ativos da Vasp foi tomada pela Comissão Executiva do Programa Espaço Livre, integrada por representantes de todos os participantes do programa. “A Justiça vai devolver o espaço do Aeroporto de Congonhas à Infraero com a maior brevidade possível”, afirmou Marlos Melek. Além de ocupar espaço e impedir a realização de obras no aeroporto, os aviões estacionados no pátio têm um alto custo para a massa falida.
O Boeing a ser leiloado, segundo o juiz, tem valor histórico pela sua antiguidade. Serão vendidos também cerca de 80 mil objetos de valor histórico, como maquetes de aviões, fotos, uniformes de pilotos e aeromoças, peças ornamentais. O evento será transmitido pela TV Justiça.
A Comissão marcou para o dia 30 de março o início do desmonte dos aviões. O primeiro é um Airbus, também pertencente à massa falida da Vasp. Antes, porém, a Anac fará um laudo, a ser apresentado até 15 de março, sobre o estado de conservação do Boeing e do Airbus. O laudo vai mostrar se os dois aviões ainda têm condição de voar ou se são apenas sucata.
Em uma semana, o Ministério da Defesa apresenta o plano de logística para desmontagem e transporte dos aviões. O Aeroporto de Brasília, com sete aviões parados, será o próximo alvo do Espaço Livre.
Para evitar que os aeroportos sejam novamente ocupados por aviões sob a custódia da Justiça, o Ministério da Defesa vai definir, dentro de dois meses, aeroportos de referência para receber aeronaves embargadas pela Justiça. Aviões com problemas judiciais terão que pousar nos aeroportos previamente definidos pelo Ministério da Defesa.”