Arquivo do mês: novembro 2010

As mulheres jornalistas debatem

Começou ontem um congresso global de mulheres jornalistas e escritoras, este ano em Buenos Aires.

Sendo o jornalismo uma profissão feminina por essência, hoje, é bom saber o que pensam essas nossas colegas.

A qualidade jornalística passa pela autorregulamentação, diz Unesco

Rogério Christofoletti comenta as publicações da Unesco sobre a qualidade do jornalismo no Brasil.

Diz a Folha que os documentos apontam a autorregulamentação como a melhor maneira para equilibrar e vigiar a qualidade editorial.

Vale dar uma passada.

Facebook avança na terra do Orkut

Raquel Recuero detecta, no Brasil, a ocorrência do fenômeno que levou o Facebook a superar o Orkut na Índia (ainda hoje um dos maiores mercados do site de rede social número um no Brasil).

Vale a pena dar uma lida.

Múltiplas vozes sobre um mesmo país

O New American Media reúne iniciativas jornalísticas étnicas nos Estados Unidos _mais de 50 milhões de americanos adultos têm origem em outros países.

É um passeio interessante pela diversidade.

Um jornal para atrair leitores para outro jornal

O i, jornal lançado pelo Independent, do milionário russo Alexander Lebedev, será um bom teste para o negócio impresso nos próximos meses.

A ideia por trás do produto é atrair um público jovem que, gradualmente, poderia se transferir para a nave-mãe (como seus pares, o Independent sofre com a perda de leitores).

Vamos ver se vai funcionar .

Currículo gigante engana o jornalismo

Essa poderia valer como discussão da velocidade versus qualidade no jornalismo on-line, mas na verdade atinge o jornalismo como um todo: a percepção de que um currículo gigante foi instalado num prédio em Campinas e, dias depois, a descoberta de que se tratava de uma ação de marketing de uma instituição de ensino.

A questão central aqui era: o currículo levava a crer que se tratava realmente de uma pessoa interessada em expor suas habilidades para conseguir uma possível oportunidade de emprego. No currículo constavam endereço e telefone do “pretendente”.

Daí me pergunto se era mesmo necessário publicar algo que não é notícia (pelo menos, não hardnews) sem a necessária checagem dos elementos _que neste caso inclusive iriam enriquecer ainda mais a reportagem, porque se alguém está atrás de emprego, provavelmente não teria como bancar uma publicidade daquele porte.

Bem, não houve tempo para nada: a falsa notícia foi ao ar, o que dá um ar de superioridade ainda maior para aqueles que bolaram a estratégia publicitária. Com a colaboração, mais uma vez, do jornalismo.

Henry Jenkins fala

Uma entrevista do professor Henry Jenkins a Vinicius Navarro (PDF em inglês com versão em português) vale o esforço, aproveitando que vem mais feriado por aí.

Fala-se, claro, de convergência, mas de narrativas transmidiáticas, iniciativas pedagógicas, cinema, direitos autorais, participação e cultura de massa.

Os computadores e o cinema

Como cinema representou interfaces gráficas da computação (e sua evolução)?

É a proposta deste site.

Quando os jornais acabarão?

Afinal, quando os jornais vão se tornar irrelevantes mesmo?

Ross Dawson conta para a gente em gráficos bem interessantes que o António Granado viu primeiro.

Para o Brasil, a previsão para as regiões metropolitanas é 2027.

A arte da simplicidade

Um conjunto de trabalhos em novas narrativas jornalísticas que primam justamente  por essa característica tão importante nestes tempos de pirotecnia: a simplicidade.

Não perca.