Gay Talese e o orgulho de ser jornalista

É Gay Talese, em entrevista a Veja.

“As pessoas esquecem que os jornais vão e vêm. O jornalismo, não. Já vi muitos jornais fecharem as portas. Nos anos 60, acabou The New York Herald Tribune, que era um grande jornal, mas grande mesmo. Antes, fechou o tabloide New York Daily Mirror. Eu cresci lendo revistas como Life, Saturday Evening Post, Look, e nenhuma delas existe mais. Em Nova York, havia quinze jornais”.

E termina: “[O jornalismo] é uma profissão honrosa, honesta. Tenho orgulho de ser jornalista.”

5 respostas para Gay Talese e o orgulho de ser jornalista

  1. É isso aí, Alec! Eu não me imagino sendo outra coisa desde que me entendo por gente. E, em tempos de campanhas contra o jornalismo (a prática mesmo, com todos os seus princípios enfileirados), jornais e jornalistas, faço questão de dizer o quanto tenho orgulho de ser jornalista e de defender essa atividade sem igual. Que, como seu filhinho, tive oportunidade de aprender do berço (embora ainda esteja em eterno aprendizado). bjs Cris

  2. Eu não sou jornalista, mas me identifico muito com a profissão. Acho terríveis essas campanhas que querem fazer crer que todo jornalista é um canalha até prova em contrário.

  3. Pingback: O fim do diploma e o começo de outro jornalismo « Webmanario

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