As pessoas valem mais que as instituições

As máquinas de busca estão levando a audiência a acompanhar o trabalho de pessoas, não de instituições.

Essa constatação está no já velho State of News Media, mas resolvi trazê-la de volta por causa de Silvia Cobo, que fez uma boa análise deste momento do jornalismo.

A verdade é que, pesem os cortes na indústria formal, abundam oportunidades on-line para pôr boas ideias em prática e exibir o próprio trabalho.

Há um lado na crise do jornalismo que muita gente não vê: quem está cortando vagas é o mainstream. Só que agora o jornalista pessoa física vale mais do que seu empregador. O público (nossos leitores) tem essa noção claramente. Tanto que a busca na web por indivíduos, e não pelos títulos que lhes pagam, é bem mais expressiva.

Tiago Dória já havia comentado há mais de ano sobre essa tendência do lifestreaming.

E, por ela, qualquer jornalista que produza conteúdo pode se beneficiar profissionalmente.

Há oportunidades, mas não placas de precisa-se.

Tem de descobrir onde (e o que) é que precisa.

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