
Jornais gratuitos dispensados em ônibus nos EUA: superdescartáveis?
Vi um jornalista se queixar dos jornais gratuitos outro dia. Disse que eles roubam público dos jornais pagos.
Besteira. Agora zero é o preço da notícia _e de tantas outras coisas, como detectou Chris Anderson, editor da revista Wired.
Ao mesmo tempo, o jornalista queixoso (Adam Tinworth) propõe uma questão bacana: assim como são distribuídos facilmente, seriam os jornais gratuitos dispensados tão rápido quanto? A ideia lhe passou pela cabeça ao ver uma pilha deles abandonado num ônibus.
Bem crível.
Como se os pagos fossem item de colecionador…
Daniel,
Pois é, eu mesmo largo jornal (pago) todo dia em lugares públicos. O jornal do dia, além de ter sido feito ontem, à tarde já dá vontade de colocar um cachecol.
abs
Não sei se os gratuitos roubam a venda dos pagos, são geralmente tablóides pelo menos aqui, o metro e o destak , as noticias se confundem com links de portais noticiosos, são mais superficiais, mas o jornalão mesmo para quem gosta é sempre mais completo, conheço um monte de gente , principalmente idosos que colecionam os jornais, mas o gratuito, hum o público é o cidadão que vive na correria, lê no metrô, passa o olho e abandona, isso aí.]
Abs!
É isso aí, Darlan.
Mas colecionar jornal é meio difícil…
abs
Alec,
notícia vale muito, mas é perecível, ué. E digestível (sic). Você compra – ou ganha -, come e descarta.
beijo,
Carol,
É uma das mercadorias mais perecíveis. O hard news é totalmente descartável.
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Me expressei mal rs, não quis dizer que os pagos são itens de colecionador, mas que percebo que muita gente tem um carinho maior pelo jornal que assina, é algo que faz parte da rotina, mesmo que não leia o jornal todo, faz parte do dia dar aquela espiada, comentar e começar o dia bem informado, não informado por leads e linha fina como os gratuitos..