Mais propostas para salvar o jornalismo impresso

Cresce o movimento, especialmente nos Estados Unidos (onde o jornal está pela hora da morte), por uma mudança radical no modelo de negócios para tentar a salvar a indústria. É sinal de que chegou-se ao fundo do poço.

 Agora é a vez da prestigiosa Time (ela também com a circulação a despencar a olhos vistos) sugerir uma política de micropagamentos por conteúdo premium, o que não é exatamente uma ideia original, mas pouco colocada em prática.

Enquanto isso, engatinham _e com experiências quase marginais_ os testes de jornalismo financiado nos EUA. Ao mesmo tempo, já há quem resista na rede (e não em papel, que tem um custo exponencialmente superior) com base em doações de seus usuários.

A conversa desemboca naturalmente na transformação das empresas jornalísticas em entidades sem fins lucrativos, o que as capacitaria a receber verbas governamentais e doações de instituições como fundações _exatamente como funcionam as universidades na América.

Esse debate vai longe. E esbarra

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